quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Reencontro

Ergam-se espíritos decadentes

Pois ele retornou

Sua horda maligna ceifa os remanescentes

Verdadeiro flagelo dos vivos

Nem uma nótula será ouvida!

Ele se aproxima em seu Landau negro

E eu, pobre ser lábil a observar

Ouço lamúrias ao meu redor

Pobres láparos amaldiçoados

Sinto uma estranha ledice a me envolver

Todos já se foram...

Me encontro frente ao Landau dele

Não há mais vida...

Caminho em sua direção

Cadáveres para todos os lados...

Sinto uma antiga sensação

Corpos estripados aos meus pés...

A sensação de reencontrar meu povo.

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